sábado, 2 de agosto de 2014

SÃO JOÃO MARIA VIANNEY - Dia do Padre


João Maria Vianney era conhecido como “Santo Cura d’Ars”, que significa Santo Padre de Ars. Foi canonizado em 1925 e proclamado pela Igreja “Padroeiro dos Párocos”. Sua festa litúrgica é celebrada no dia 04 de agosto que ficou sendo o dia do padre.


João Maria Vianney, era de origem pobre e humilde, nasceu em 08 de Maio de 1786 em uma pequena aldeia, Dardilly, a dez quilômetros ao norte de Lyon, na França. Desde pequeno queria ser padre a todo custo, mas esbarrou em dois obstáculos: pobreza e, sobretudo a escassa inteligência.
Em 1813, com vinte anos, ele ingressou no seminário Santo Irineu, em Lyon. Todos os cursos que devia fazer eram dados em latim. O problema surgiu de imediato; João Maria não entendia nada, e nas provas do primeiro mês tirou notas baixas, que o desclassificaram, mas estas notas não eram definitivas. Insiste em entrar na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mas não é admitido pelas mesmas razões. Por causa disto, teve de voltar para Ecully, para estudar Teologia com seu amigo, padre Balley, que lhe ensinou em francês, língua materna de Vianney, e no final do curso, foi aprovado.
João Maria Batista Vianney era simples, por isso, quando chegou na capelania do povoado de Ars, devolveu alguns móveis à proprietária, deixando somente o necessário. Viveu toda a sua vida dedicada a Deus, repousava de 02 a 04 horas no máximo por noite. Quando acordava ia a Igreja, rezava diante do Sacrário e depois ia confessar seus paroquianos. Eram inúmeras as pessoas que vinham se confessar com ele. Chegava a ficar 14 horas confessando os paroquianos.
João Maria gostava muito de São Francisco de Assis, por isso, foi inscrito na Ordem Terceira Franciscana. Ele amava os pobres e os ajudava sempre, seja com dinheiro (quando tinha), e principalmente com constante e dedicada assistência espiritual. O padre Vianney transformou o lugarejo de Ars em uma aldeia menos atéia, com mais amor a Deus do que aos prazeres terrenos.
Sua vida foi de intenso trabalho, pouca alimentação, jejum e penitência. Aos 73 anos de idade, no dia 04 de Agosto de 1859, morre placidamente. Nos dias 04 e 05, trezentos padres mais ou menos e uma incalculável multidão desfilaram diante do seu Corpo, em prantos, para despedir.

DIA DO PADRE

Dia do Padre

Ser padre é ser "pai" de uma comunidade inteira. Como tal, ele é o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância, o pregador e conversor da fé cristã. Enfim, é um comunicador e entusiasta da Igreja, que luta por uma vivência cristã mais perfeita.

O Dia do Padre é celebrado oficialmente a 4 de agosto, data da Festa de São João Maria Vianney, desde 1929, quando o papa Pio XI o proclamou "homem extraordinário e todo apostólico, padroeiro celeste de todos os párocos de Roma e do mundo católico".


Padroeiro é o representante de uma categoria de pessoas, cuja vida e santidade comprovadas estimulam a uma vida de fé em comunhão com a vontade de Deus.

João Maria Vianney, nasceu na França, em 1786. Depois de passar por muitas dificuldades por causa de suas poucas habilidades, foi ordenado sacerdote. O bispo que o ordenou acreditou que o seu ministério não seria o do confessionário, pois achava que sua capacidade intelectual era muito limitada para dar conselhos.

Ele foi enviado para a pequenina Ars, no interior da França, como auxiliar do padre Balley, o mesmo que vislumbrou, por santa inspiração, seu dom e, confiando nele, o preparou para o sacerdócio. Padre Balley, outra vez inspirado, acreditou que o dom de seu auxiliar era justamente o do conselho e o colocou a serviço do confessionário. Assim, padre João Maria Vianney, homem justo, bom, extremado penitente e caridoso, converteu e uniu toda Ars. Amado e respeitado por todos os fiéis e pelo clero, sua fama de conselheiro correu por todo o mundo cristão. Assim, ele se tornou um dos mais famosos confessores da história da Igreja. Conhecido também como o Cura d'Ars, mais tarde, foi o pároco da cidade onde morreu, em 1859.

São João Maria Vianney, canonizado por Pio XI em 1925, é o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: "Deus escolheu o que no mundo não tem nome nem prestígio, aquilo que é nada, para assim mostrar a nulidade dos que são alguma coisa" (1Cor 1,28) .
Via internete site Paulinas

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Livre, inteligente e feliz

A verdadeira diversão se vive com inteligência e rejeitando a cultura da droga
Por Carlo Climati

ROMA, 01 de Agosto de 2014 (Zenit.org) - Você sabe o que é uma "rave"? Esta palavra em Inglês, que significa "delírio", refere-se aos grandes encontros musicais que ocorrem em locais isolados, longe dos centros populacionais. Podem durar dias e noites sem parar. São, muitas vezes, caracterizados por grande consumo de drogas e álcool. 
O principal instrumento de auto-destruição do jovem é conhecido como "ecstasy", um comprimido colorido propagado em algumas raves. Entre os fatores que favoreceram a propagação está definitivamente a sua aparência inócua. É ingerida com facilidade e não desperta preocupações como outros tipos de droga (por exemplo, o risco de contrair Aids).
O ecstasy tem um aspecto simpático, cativante. Não por acaso, muitas vezes é oferecido na forma de comprimidos que retratam personagens de desenhos animados (reproduzidos ilegalmente). São desenhos enganadores, que se destinam a esconder a natureza perigosa do que é consumido.
A armadilha do ecstasy é dar aos jovens a ilusão de superpoderes, como certos heróis do mundo dos quadrinhos. Produz um estado de excitação completamente não natural e uma perda de consciência das reações do corpo.
Às vezes, no delírio, o ritmo da música é tão acelerado que a droga se torna um tipo de combustível necessário para manter-se no ritmo do que você ouve. Música e droga se tornam um. Se alimentam e se apoiam reciprocamente. Cada um, para existir, precisa do outro.
O risco letal está relacionado com o possível aumento do calor, devido a atividade física excessiva e ao aumento da temperatura corporal. É a ilusão, por pouco tempo, de se tornar super-homem.. Mas, em seguida, os efeitos podem ser devastadores.
Outra consideração a ser feita é sobre a mudança na forma como as gerações mais jovens consomem drogas. Na década de sessenta o uso de drogas era muitas vezes acompanhado por correntes de pensamento ou movimentos culturais. Por exemplo, os chamados "filhos das flores".
As drogas escondiam seus rostos de morte por trás de uma aparência de ideal, mesmo que questionável. Em muitos casos, estes eram valores compartilhados por muitos jovens de ‘boa-vontade’. Por exemplo, a rejeição a guerra e ao consumismo, unido ao desejo de uma fraternidade universal.
Mesmo naquela época a droga matava os jovens, mas em um clima de pseudocultura aparentemente mais nobre e elevado, que disfarçava toda a sordidez. Hoje, a droga se apresenta despida, com o rosto desvendado. Não precisa mais se esconder atrás de falsos ideais. O ecstasy é a pura expressão do nada, do vazio e do não pensamento absoluto. Não por acaso, o seu cenário ideal é o das raves, onde reinam ritmos ensurdecedores.
O maior fator de risco é representado pelo fato de que o ecstasy é erroneamente considerado uma droga aceitável, com a qual muitos adolescentes têm a ilusão de ser capaz de conviver. Quem a consome rejeita a ideia de ser um viciado em drogas. Pensa simplesmente que vive um momento de transgressão, depois, retorna para uma vida normal. Mas é apenas um engano. Com o tempo, os danos no corpo começam a se manifestar.
A melhor resposta para certos mecanismos de degradação é convidar os jovens a redescobrir o verdadeiro significado de diversão, através da educação para uma saudável cultura de limites. Para passar uma noite relaxante com os amigos você não precisa ficar até tarde, se embriagar ou usar drogas. Basta aprender a se controlar e administrar de forma inteligente a sua própria liberdade.
Você pode ser livre, inteligente e feliz. Assim como nós somos, sem precisar de drogas!

Santo Afonso Maria de Ligório

Conhecendo, testemunhando e anunciando a fé pautada na doutrina, Santo Afonso nos aponta o caminho para o céu.
Por Fabiano Farias de Medeiros

HORIZONTE, 01 de Agosto de 2014 (Zenit.org) -
Afonso de Ligório nasceu em Marianella cidade de Nápoles na Itália, em 27 de setembro de 1696. Seus pais eram nobres e ricos cristãos que tiveram sete filhos sendo Afonso o primogênito. Dois dias após o seu nascimento, Afonso foi batizado e foi crescendo e sendo educado com vigor pelos pais, tanto no campo acadêmico quanto na fé e na doutrina católica. Aos dezesseis anos, já doutorado em direito civil e canônico, empreendeu uma carreira belíssima no campo da advocacia. Até os vinte e sete anos, advogou em favor dos pobres mas perdeu seu primeiro caso de grande repercussão, fato que o fez abandonar a carreira e decidir-se a seguir o caminho religioso.
Em 1723, ingressou como noviço no Oratório de São Felipe Neri. Foi ordenado em 21 de dezembro de 1726. Adotou o nome de Maria em honra à Mãe de Jesus a qual era profundo devoto. Dedicou seus primeiros anos de apostolado ao acolhimento dos pobres e marginalizados. Fundou centros de oração chamados Capelas Noturnas nas quais aconteciam catequeses, orações e atividades comunitárias e caritativas. Em 1729 iniciou missões pelo interior de Nápoles. No dia 09 de novembro de 1732 fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, também conhecida como Padres Redentoristas. Afonso dedicou-se mais ainda, juntamente com a congregação, à catequese e pregação aos locais mais remotos da região. Combateram fortemente a heresia do jansenismo.
Em 1762, Afonso foi sagrado bispo de Sant'Agata de Goti e teve um fecundo período de episcopado. Após treze anos e acometido de uma artrite degenerativa grave, recebeu permissão para se aposentar e retirou-se para uma comunidade redentorista onde lá concluiu diversas obras espirituais.
Faleceu no dia 1º de agosto de 1787 em Nocera dei Pagani na Itália. Foi beatificado no dia 15 de setembro de 1816 pelo Papa Pio VII e foi canonizado no dia 26 de maio de 1839 pelo Papa Gregório XVI. O Papa Pio XII declarou Afonso como santo padroeiro dos confessores e moralistas em 26 de abril de 1950.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Espiritualidade Litúrgica

      
         Liturgia é o momento culminante da vida cristã, pelo qual, como irmãos unidos na mesma fé nos encontramos com Deus, nosso Pai. É a fonte onde a comunidade busca a força e o alimento para a caminhada.
         A Liturgia cristã é uma resposta de fé e amor, que o homem eleva a Deus, em retribuição as bênçãos espirituais recebidas do Pai. É a Igreja unida a seu Senhor sob a ação do Espírito Santo, que bendiz o Pai pelo seu dom inefável através da adoração, do louvor e da ação de graças.
          Vamos lembrar que quando nos reunimos para celebrar nos reunimos com o Deus Pai, com a Igreja , sob ação do Espírito Santo com a presença real de Jesus Cristo.
          A Liturgia é também o exercício de sacerdócio de Jesus Cristo, lugar onde se realiza a santificação do homem. É a memória do Mistério Pascal de Cristo, que se faz presente, pois abraça todos os tempos , pela ação do Espírito Santo.
           O Espírito Santo na Liturgia tem a missão de preparar a assembléia para encontrar-se com Cristo, recordar e manifestar Cristo à fé da comunidade, para torná-lo presente e atualizar a obra salvifica de Jesus Cristo.
            A espiritualidade litúrgica leva o cristão a identificar-se com Cristo, faz assimilar o seu projeto do Reino de Deus e a buscar o crescimento na vivencia dos sacramentos.
             Portanto a espiritualidade litúrgica é uma atitude permanente de oração, um caminhar na presença do Senhor, um orar sempre. Pois a experiência espiritual cristã não se realiza sem a participação na celebração litúrgica e tão pouco se restringe a Rito.
            Por isso precisamos tomar consciência da sacralidade da Liturgia, precisamos aprender a ter uma postura de fé e respeito do ambiente sagrado, pois ali se encontra Deus presente. Devemos ter cuidado no vestir e nos portar-se diante de Deus.
            Podemos dizer que a espiritualidade nos faz celebrar a vida, louvar e bendizer a Trindade Santa em todos os momentos, e não apenas em horas e dias determinados.
            A participação na Missa nos faz entrar em contato com o mistério salvifico de Deus, o mistério Pascal de Cristo, que veio para transformar a nossa vida, para mudar o mundo.
             A espiritualidade da liturgia nos leva para uma vida nova em Cristo.

                                         Maria Ronety Canibal

VOCAÇÃO



Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre
Escreveu o Papa Francisco: “A vocação é fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor de uns aos outros, que se faz serviço recíproco, no contexto de uma vida eclesial autêntica. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si”.
Todos nós desejamos uma vida bem vivida. Almejamos uma vida com sentido. Nossas buscas, projetos e sonhos se sustentam a partir de um horizonte de vida sólido. A pergunta, talvez, sempre necessária, é: o que significa uma vida, uma existência com sentido? A partir de onde se encontra sentido para a própria vida? Aqui certamente se expressa o nobre, digno e necessário serviço junto, especialmente, a nossos adolescentes de orientar, dialogar e auxiliar; afinal, perceber qual o caminho de vida que vem ao encontro das tendências, dotes e mesmo necessidades pessoais, nem sempre é tarefa fácil.
Uma história, pertencente à tradição hebraica, pode auxiliar na compreensão dos desafios característicos quanto à necessidade de realizar uma opção de vida. Diz a história: “Um certo rabi procurou seu mestre, suplicando-lhe: ‘Indicai-me um caminho universal para o serviço a Deus’. O mestre respondeu: ‘Não se trata de dizer ao homem qual caminho deve percorrer, porque existe uma estrada por meio da qual se segue a Deus por meio do estudo, outra, por meio da oração, e outra, por meio do jejum, e ainda outra comendo! É tarefa de cada homem conhecer bem a direção de qual estrada o atrai, o próprio coração e depois escolher aquela estrada com todas as forças’”.
A pessoa humana é única. Possui uma tarefa intransferível. Cada ser humano é convocado a testemunhar sua irrepetibilidade. Para isso, se faz necessário o conhecimento de si mesmo, das próprias qualidades e tendências essenciais. Considerando esse conjunto de elementos, é possível sondar um caminho de vida.
A escolha de um caminho de vida requer muito mais que a opção por uma determinada profissão. Profissão tem a ver com preparação técnica, competência, eficiência produtiva, ganha-pão, função social, status, reconhecimento externo. Tudo isso pressupõe decisão pessoal, realização, chamado interior, paixão, amor e gosto pelo que se faz, ou seja, pressupõe vocação. Assim, retomando a história da tradição hebraica, pode-se perceber que o “serviço de Deus” requer muito mais que somente profissionalismo. Exige escuta do próprio coração, para conhecer bem a direção de qual estrada ele o atrai.
A vocação se orienta eminentemente para um futuro. Ela se realiza, sim, no presente, mas orientada para um futuro. Por isso, pode-se afirmar que vocação é uma tarefa em constante realização. Da profissão, nos aposentamos. Já aquilo que denominamos vocação perpassa todas as fases da existência.
A escuta do próprio coração requer sintonia, escuta, disposição para acolher aquilo que a vida solicita. Escuta e compreende tal solicitação quem cultiva a afeição, a cordialidade, o amor, o respeito pela própria condição. Para nós, cristãos e cristãs, a condição é de filhos e filhas, seguidores e seguidoras do Senhor, caminho, verdade e vida.
Jesus – caminho, verdade e vida – percorria as cidades e aldeias... Contemplando a multidão, encheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como um rebanho de ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe” (Mt 9,35-38).
Oxalá possamos cooperar para que homens e mulheres, especialmente os adolescentes e jovens, saibam e possam corresponder à vocação recebida, e serem no mundo cooperadores do Senhor na construção do Seu Reino!VOCAÇÃO

Jesuítas no Brasil

Os sacerdotes jesuítas chegaram ao Brasil com o primeiro governador-geral da colônia, Tomé de Souza, desembarcando na cidade de Salvador em 1549. Chefiados por Manoel da Nóbrega, os religiosos se deslocaram para o sul, dedicando-se a pregação da fé católica e à educação.
É aos jesuítas que historiadores creditam a implantação de um sistema de educação formal no Brasil colônia, ao perceberem que a conversão dos nativos só seria possível se eles tivessem alguns conhecimentos básicos de leitura e escrita. Para se comunicarem com os indígenas, muitos jesuítas aprenderam os idiomas nativos. José de Anchieta, que viera na expedição do segundo governador-geral do Brasil, Duarte de Souza, em 1553, escreve um dicionário, uma gramática e uma doutrina em guarani, além de peças teatrais, criando as primeiras peças literárias produzidas no Brasil colônia. Anchieta tornou-se o mais destacado entre os primeiros jesuítas que viveram nas terras brasileiras. Como educador, participou da fundação do Colégio de Piratininga, onde se originou a cidade de São Paulo, dirigiu o Colégio dos Jesuítas do Rio de Janeiro. Politicamente, teve atuação nas negociações de conflitos envolvendo indígenas e brancos.
A atividade educativa dos jesuítas foi intensa. Em 1570, já haviam aberto escolas de instrução elementar em Porto Seguro, Ilhéus, São Vicente, Espírito Santo e São Paulo de Piratininga, além dos colégios do Rio de Janeiro, Pernambuco e na Bahia. Acompanhando as incursões dos colonizadores pelo interior do continente, fixaram-se em diferentes pontos do território brasileiro, como Minas Gerais e Goiás. No século XVIII, Paranaguá tornou-se um centro de atividades sacerdotais e pedagógicas através de uma residência, criada em 1708, e de um colégio, fundado em 1708. Na ilha de Santa Catarina, visitada pelos jesuítas desde 1835, abriram uma residência em 1749 e um colégio em 1751. Descendo para o sul, sua presença era nas missões jesuíticas, onde moravam com os índios.
Em 1720, por ordem do Marquês de Pombal, secretário do estado português, os jesuítas são expulsos de Portugal e de todas as suas colônias. A educação voltada para a fé, no modelo jesuítico, não interessava a Pombal, que pretendia criar uma escola ligada aos interesses do Estado, que permitisse o reerguimento de Portugal frente às demais nações europeias. Mais de 600 jesuítas foram embarcados do Brasil para Lisboa, enquanto Pombal confiscava todos os bens móveis e imóveis da Companhia de Jesus, entre igrejas, seminários, imagens, joias, engenhos, livros, casas.
A perseguição à Companhia de Jesus termina em 1814, quando o Papa Pio VII restaura a ordem religiosa. Os religiosos voltam ao Brasil e, mesmo sem reaver propriedades, retomam as práticas educativas, abrindo colégios por todo o território.
Via internet